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Cansada de bater na mesma tecla, pensar que vai dar certo, de esperar, de achar, de estar com as portas abertas,de certas pessoas, de certas atitudes, de esperar ligações, mensagens, de não ter mais amigos, de não escrever mais, dos problemas, de indecisão, das dores, de me sentir inútil, de tentar e tentar e tentar, de falar, de não poder fazer nada, de você, da sua voz cansada, da sua indiferença, dos meus pensamentos, de perguntas sem respostas, dos meus medos, do mundo, do egocentrismo, dos maltratos, dos teus gritos, brincadeiras, comparações, das suas ordens, das brigas, de viver, de morrer, de pensar e às vezes, até de sonhar.

Quem sabe um dia, eu encontro o equilíbrio que preciso, pra manter uma espécie de balança entre os acontecimentos do meu dia-a-dia. Talvez ser uma dessas pessoas que não se abalam tanto com os problemas. Que sabem dividir as situações, compreender, e todas essas coisas, das quais eu não tenho ainda na minha lista de qualidade. Comigo é assim, basta uma coisa dar errado, pra estragar tudo.Desequilibrada, atrapalhada. E ser assim as vezes cansa. Desmorona muitos castelos, desconstrói diversas coisas em que passei dias a dentro construindo. Diversas incerteza ressurgem, causa uma bagunça danada. Quase que impossível de se controlar e fazer tudo voltar ao normal. Mas enquanto eu não acho o tal equilibro, deixo as coisas ficarem assim. De cabeça pro ar.