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Se descrever é uma coisa bem difícil, afinal, não somos nenhum tipo de robô programado para ser somente alegre ou só triste. Em alguns dias acordamos bem, vimos tudo colorido e alegre, não enxergamos as coisas ruins, ficamos muito felizes com o que consideraríamos pouca coisa em qualquer outro dia. Em outros dias pelo contrário, vemos um mundo cinza e infeliz, achamos que tudo é inútil, inclusive nós mesmos, não nos contentamos com o que temos e vemos todos as mínimas coisas que julgamos ruins.
Um pequeno desaforo, pode ser levado como uma brincadeira e até te fazer rir. Ou então, pode te levar a uma raiva enorme. Somos felizes e tristes, bonitos e feios, agitados e calmos, tímidos e atirados, tudo em um mesmo dia, em um mesmo minuto. Não somos apenas três ou quatro características, somos tudo.
Somos um pacote de emoções, de ações, ou a ausência delas. Cheios de coisas que podem virar qualidades ou defeitos, depende somente do modo como vão ser usadas. E é isso que torna a vida bonita, que dá graça e cor — mesmo que não seja tão colorido assim, mas o bastante pra nos livrar da escala cinza — são as curvas, as subidas, descidas, as voltas e voltas, como numa montanha russa. O que nos resta é aceitar como nós somos, todo esse pacote de características, e aproveitar do melhor jeito possível o nosso passeio nesse brinquedo que é a vida.

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